Componente B
B.1. Missões
Primavera na UTAD - 1ª missão
Entre flores e ventos suaves
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro com a chegada da primavera ganha outra cor, animação e entusiasmo. Situada no coração de Trás-os-Montes é um refúgio entre flores e ventos suaves. Aqui, o ritmo do vento e a delicadeza das flores acompanham os passos dos alunos até às aulas. Os alunos começam a aproveitar os tempos livres entre as aulas para estar nos espaços exteriores e conviverem com amigos como é o exemplo da fotografia nº1 onde podemos observar duas amigas de infância, Catarina e Lara, que desde o 3º ano até ao 12º frequentaram a mesma turma e tiveram a sorte dos seus caminhos se cruzarem novamente na UTAD, apesar de estudarem em cursos distintos. Com esta fotografia é demonstrado o quanto os alunos gostam de se juntar nos espaços livres entre as aulas para conviverem. A parte exterior do polo das Ciências Humanas e Sociais, ao lado do bar, é um dos locais mais frequentados pelos alunos para aproveitarem esta altura.
Outro espaço de destaque na UTAD é perto da capela, onde é notório as árvores a florir. Um local muito frequentado pelos alunos principalmente na Praxe de Veteranos e perto da altura das festas universitárias quando têm de comprar a pulseira ou bilhetes para a tenda na caloirada ou na semana académica, o local está representado na fotografia nº2.
A entrada da universidade é um ambiente onde muitos estudantes se sentam para aproveitar o sol devido à relva e árvores floridas que dão um ambiente de conforto e sossego. O local conhecido por ser um dos mais agradáveis do campus, atrai diariamente alunos que desejam relaxar e socializar. Como é demonstrado na fotografia nº3, este local de sossego é dos mais famosos da UTAD e mais procurados pelos alunos tanto para observar as árvores a florir como aproveitar a brisa quando está muito calor.
A vista para uma das pontes mais conhecidas de Vila Real, que é usada por diversos estudantes para se deslocar para casa, é a ponte situada num ponto estratégico da cidade para ligar diferentes localidades, facilita o trajeto entre a terra natal dos alunos e a universidade. Esta ponte oferece uma vista única para a cidade de Vila Real, como apresenta na fotografia nº4.
Ver o bonito pôr do sol capturado através de uma sala de aulas da universidade é algo visto habitualmente nas fotos da história do instagram dos alunos. O local associado ao estudo e aprendizagem, é também um local de observação e inspirador para quem frequenta a UTAD. Permite uma pausa do ambiente de estudo enquanto se observa os últimos raios de sol, como podemos ver através da fotografia nº5.
Tema livre - 2ª missão - A rádio da nossa terra

A rádio da "Vida"
Em 1999 nasceu a Rádio Região de Basto, no dia 10 de junho, tendo celebrado 25 anos em 2024, propriedade da Bastomédia, Produções de Rádio e Espetáculos.
Todos os anos é realizada uma celebração de aniversário da rádio, onde trazem artistas e fazem transmissão ao vivo ao mesmo tempo. Muita população desloca-se para assistir a esta celebração que já é habitual e conhecida pelos celoricenses.
Começou por ter sede na Mota, freguesia que pertence a Celorico de Basto. Já em 2022 concluíram que era a altura correta para ficaram mais próximos do centro do concelho e mudaram-se para Britelo.
A Rádio Região de Basto é uma rádio com cariz generalista, com inspiração cristã mas mais concretamente uma rádio regional. Uma rádio conhecida por ser muito direcionada para questões locais, dando voz a todos e aposta numa programação direcionada para a região. A RRB destaca-se pela cobertura de notícias regionais, acolhe os concelhos como Celorico de Basto, Amarante, Fafe e Mondim de Basto.
A equipa da rádio é composta por Fernando Machado (diretor), Bárbara Rola (jornalista), Daniela Oliveira, António Augusto e Cristina Machado (locutores), Eugénio Fernandes (comentador desportivo) e Catarina Alves (colaboradora), como se pode consultar na página principal da Rádio Região de Basto.
A rádio com sede em Celorico de Basto, transmite nas frequências 105.6 e 93.1, além disso está disponível online em www.radioregiaodebasto.com, tem como lema "Uma rádio que vale por duas". Ainda, tem uma presença ativa nas redes sociais, principalmente no facebook porque é direcionada para uma população mais adulta e idosos.
Entrevista de perfil - 3ª missão
O mais puro coração de Viana, por Catarina Alves
23/04/2025

Nascida na melhor cidade de Portugal, Viana do Castelo, (pelo menos é o que ela diz), no dia 1 de novembro de 2002, Carolina Lima de Castro, com os seus 22 anos, filha de Cidália Manuela Rodrigues Lima e Nuno Ricardo Gonçalves Agra de Castro, estudou na Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro no curso de Ciências da Comunicação, mas realça que Direito na Universidade de Coimbra terá sempre o seu coração.
Carolina afirma que a sua infância, apesar de um pouco turbulenta, foi uma época feliz e marcante na sua vida, principalmente ao lado da sua avó materna Eva de Freitas Rodrigues Carreiras Lima, mulher de Inácio Ribeiro Lima.
Quando soube que ia para a UTAD refere que ficou bastante desiludida por não ser a sua primeira opção. Como se situava no interior de Portugal, criou uma falsa ilusão que estaria a ir para um local onde o espírito académico era praticamente nulo. No entanto, bastou viver o primeiro mês para perceber que tinha feito a escolha certa. Menciona que Vila Real foi o melhor que lhe aconteceu e não trocaria a sua cidade universitária por nada.
Como ingressou em 2020, ano em que a pandemia Covid-19 estava bastante presente na de vida de todos, o acolhimento foi um pouco diferente, mas nunca se sentiu sozinha, por mais distanciamento que houvesse. Não era a única pessoa nova e sozinha na cidade e isso tranquilizou-a. Não precisou de muito tempo para fazer as suas primeiras amizades.
Carolina Castro acabou a licenciatura sem saber em que área se especializar, então decidiu parar por uns anos para descobrir a sua verdadeira paixão.
Esteve num jornal online de Viana do Castelo a escrever notícias, de forma voluntária. Conseguiu entender se realmente queria a vertente do jornalismo e a resposta foi não.
Como o jornal era online, nunca conviveu com as pessoas que faziam parte dele. Gostava de sair para ir até ao trabalho, gostava de falar e de conviver com as pessoas e não era possível neste trabalho. Além disso, não era algo que fosse fazendo durante a semana. O dono do jornal bombardeava-a com conteúdo num dia para fazer as notícias para o dia seguinte. Além disso, queria sair para acompanhar os acontecimentos de perto e nunca aconteceu. Por isso, enquanto não tinha emprego, continuava a trabalhar mas, assim que começou a trabalhar, ficou um bocado mais difícil de gerir o tempo, além disso, não estava com a saúde mental muito boa.
Decidiu mudar-se para o Porto para procurar emprego. Lá, o seu primeiro emprego foi como Gestora de Redes Sociais de uma empresa de arquitetos.
O emprego como gestora de redes sociais também foi uma desilusão. O dono da empresa era um homem mais velho que não percebia nada desse ramo. Além disso, é dos arquitetos mais prestigiados do Porto, por isso, acreditava que não precisava disso para promover o seu negócio, mas quis experimentar. No seu primeiro dia de trabalho o patrão disse a Carolina Castro "tens noção que tu me estás a fazer perder dinheiro nesta empresa, enquanto os arquitetos estão a fazer-me ganhar". Quando ele disse isso, percebeu que não ia durar muito tempo no escritório. Ele queria que ela trabalhasse, mas não sabia em quê e não a valorizava. Por isso, quando surgiu a oportunidade de trabalhar no ramo do Marketing na escola de inglês, não pensou duas vezes.
Tendo então a oportunidade de trabalhar em Marketing numa escola de inglês prestigiada: o Wall Street English.
Porém, a vida no Porto, a nível financeiro, começou a tornar-se um grande problema, por isso, largou a vida que tinha lá e voltou para a sua cidade natal, em Viana do Castelo.
Atualmente está a trabalhar nos Recursos Humanos de uma empresa de engenharia e construção civil. Adora o que faz e o ambiente de trabalho.
Contudo, continua a carregar Vila Real no coração, apesar da distância.
Semana académica - 4ª missão

A semana académica é um ponto de alta euforia na vida da maioria dos estudantes, pessoalmente nunca fui aos dias todos da semana académica. Em termos financeiros, prefiro aplicar esse dinheiro para fazer algo mais ao meu gosto e que eu escolha.
No 1.º ano fui à semana académica, gostei muito e passei bons momentos com os meus amigos. Contudo, no 2.º ano aproveitei a dispensa das aulas devido à semana académica e preferi ir viajar até Luxemburgo.
No 3º e último ano participei na serenata, primeiro dia da semana académica, no dia 29 (terça). Onde tracei a capa à minha afilhada de praxe e ao meu pseudo-afilhado. No sábado, dia 3, foi a queima das fitas, fui à missa e realizei um almoço com a minha família para celebrar o meu último ano de curso. Foi um momento especial e senti-me muito acarinhada.
Quanto às noites académicas é sempre mais do mesmo, participei no 1.º e 2.ºano, então este ano decidi passar mais tempo com os meus, com a minha família e os meus amigos de Celorico.
No domingo, dia 4, como era o dia da mãe aproveitei para passar momentos com a minha e fazê-la sentir especial no seu dia, apesar de todos os dias serem o dia da mãe.
De forma geral em vez de sair à noite passei tempo com as pessoas que me são mais próximas e fiz algo mais calmo. Despedi-me um pouco de Vila Real e já senti um pouquinho das saudades que esta Vila vai deixar, mas como todos os estudantes dizem "eu prometo cá voltar".
A vida de conhecer - 5ª missão

Em 2025 tive a oportunidade de conhecer um novo país, a Suíça. A primeira impressão foi fascinante e tive a experiência de ir lá pela 2ª e 3ª vez, cada vez que passo por lá apaixono-me novamente por aquele país. Cada paisagem, cada local, cada ponto turístico são sempre uma nova surpresa e parece que estamos a viver um conto de fadas ao estar num cenário tão deslumbrante.
As pessoas são amigáveis, senti-me em cada com cada "Bonjour" que diziam quando passavam por mim, sendo que vivo numa pequena aldeia em Celorico de Basto e as pessoas também têm o hábito de cumprimentar sempre que passam por alguém.
O cuidado com a natureza, com a separação de resíduos e o bem-estar das crianças é notório desde o primeiro momento em que lá se chega.
Fiquei na casa de familiares, um dos meus passatempos favoritos enquanto ficava em casa era ler os jornais impressos que eles recebem nas caixas de correio. São jornais que no fim tem sempre jogos sobre a informação que tem ao longo do jornal.
País conhecido pelos seus famosos relógios, logo no aeroporto deparamo-nos com os relógios da marca Rolex, é algo que chama muito a atenção, porque no aeroporto do Porto temos relógios simples de ponteiros e muito básicos. Também os queijos e os chocolates são uma perdição.
O gosto pelo desporto é incrível, principalmente pelo esqui. Todos os fins de semana as famílias têm o hábito de subir às montanhas para esquiar e ensinar os mais novos, são muito ligados à natureza e aos bons hábitos.
Ainda com algumas curiosidades, a Suíça é dos países com mais línguas oficiais da Europa, com maior qualidade de vida e rede de comboios.
Onde é totalmente casa – 6ª missão

Falo em casa, mas não em algo material, as pessoas que nos rodeiam é que fazem nos sentir em casa, mesmo que estejamos longe do local onde nascemos. Com quem nos sentimos bem, quem nos faz bem e nos deixa à vontade para sermos aquilo que realmente somos e nós próprios.
Gostava de mencionar essas pessoas chave, desde os meus pais, ao meu irmão, ao meu namorado, aos meus amigos Clara e André e ainda a minha afilhada de praxe Bárbara. Podia mencionar mais pessoas, mas quero dar destaque a quem neste momentos faz mais sentido para poder e me ajudar a prosseguir as etapas novas da minha vida.
Estou num momento decisivo, a saída da universidade, o decidir o que vou fazer, o que vou escolher e as consequências (positivas ou negativas) que essa escolha terá na minha vida. O impacto da nova rotina, o conhecer novos locais e novas pessoas.
Os meus pais sempre me apoiaram em qual fosse a minha decisão, deixam-me sem pressão no que toca ao "E o que vou fazer agora?" ou "Tenho de arranjar trabalho já".
Neste trabalho quero deixar a "Missão" de agradecer às pessoas anteriormente mencionadas.
Concluo com a frase que a minha professora de ciências disse na despedida do 9º ano, "Catarina, consegues tudo o que queres". É nesta frase que me foco sempre quando vou ou preciso de ir à luta por algo novo.
A quem passa e marca a minha vida, a todos, um muito obrigada!
Festa Internacional das Camélias – 7ª missão

A Festa Internacional das Camélias é realizada no mês de março no concelho de Celorico de Basto. É uma festa dedicada às flores chamadas camélias, onde a Vila é decorada pela população, pelas escolas e lares de idosos, além dos jardins que preenchem o local.
Iniciada em 2004, a festa surgiu no âmbito de valorizar a flor camélia, promover o património natural e cultural do concelho. Com o tempo tornou-se anual convidando e atraindo pessoas de vários países, como principalmente Espanha e França.
A nível económico tem um impacto grande na economia local, principalmente os setores como a restauração, o alojamento e o comércio. Além disso, promove a identidade cultural de Celorico de Basto e reforça o título de "Capital das Camélias".
Ao longo desta festa há um grande desfile pela rua principal da Vila de Celorico de Basto, onde participam os centros escolares principalmente. Vão milhares de pessoas assistir e ver as roupas personalizadas de quem vai no desfile.
Os animais da nossa vida – 8ª missão

Os animais na nossa vida são uma ajuda para o nosso bem-estar e para nos fazer companhia. As pessoas não sabem a sorte que têm por ter um animal ao seu lado. Falar da paixão pelos animais espelha o ser humano que cada um é.
Os animais transmitem companhia e compaixão, não nos julgam (ou pelo menos não demonstram isso), estar com eles melhora os nossos dias, desde a redução do stress e mesmo a ansiedade.
Muitos de nós criam laços emocionais com os animais, passam a ser família. A ligação é de forma genuína e simples, é totalmente verdadeira, através de momentos como um passeio simples da tarde.
O respeito pela vida animal é fundamental, amar os animais reflete o respeito pela natureza e pela importância de todas as espécies.
Pessoalmente, cresci num meio onde existem diversos animais. Claro que nascer numa aldeia ajudou e é das partes que mais gosto, o contacto com outros animais, principalmente os meus que são o meu ponto de refúgio. Muitas das vezes sinto a necessidade de voltar a casa só para ver os meus animais. Desde os gatos, aos cães e mesmo as ovelhas que acho tão fofinhas.
Ao darmos amor aos animais recebemos muito mais!
B.2. Reportagem temática sobre a UTAD

Residências Universitárias de Além Rio: Um Lar para Estudantes em Vila Real
Vila Real, 10 de maio de 2025
Para muitos estudantes que escolhem a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) como destino académico, as residências universitárias de Além Rio são muito mais do que simples alojamentos. Localizadas perto do rio Corgo, estas residências acolhem centenas de jovens todos os anos, oferecem não só quartos, mas também um ambiente de convivência e partilha que marca a experiência universitária em Vila Real e amigos que se tornam a nossa família enquanto estamos longe do local onde sempre vivemos.
Atualmente, as residências de Além Rio contam com quartos, distribuídos por quartos individuais e duplos, com espaços comuns como cozinhas, salas de estudo e zonas de lazer.
A proximidade à natureza e aos percursos pedonais da cidade é outro dos pontos valorizados pelos residentes. Situadas junto ao Parque Corgo, as residências de Além Rio oferecem um ambiente calmo, longe do trânsito do centro, mas a poucos minutos a pé das principais instalações da UTAD.
Importante referir as amizades que se formam na residência, seja entre alunos ou funcionários. Desde as conversas que se prolongam durante os turnos noturnos com os seguranças, porque apesar de sermos companhia para eles por estarem a trabalhar num horário complicado, são eles muita companhia para nós que estamos longe da família.
Os almoços e jantares que começamos a partilhar com os nossos novos amigos em vez da típica rotina do almoço ou jantar com os pais.
A nossa rotina muda drasticamente, no início é complicado para nos habituarmos mas com o tempo passa a ser a nossa nova realidade e o que é normal.
Com um ambiente acolhedor e uma comunidade multicultural, as residências universitárias de Além Rio continuam a ser uma referência no apoio aos estudantes da UTAD, mantendo viva a tradição académica transmontana.
B.3. Projeto documental
"Até ali, basto eu!"

A expressão "Até ali, basto eu!" está associada a uma lenda popular das Terras de Basto, que explica a origem do nome da região e simboliza a bravura das suas gentes. As terras da proximidade ou mesmo onde se localiza a estatua acabam todas em "Basto", desde Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto, Fermil de Basto e Gandarela de Basto.
Segundo a tradição, Hermígio Romarigues era um guerreiro-monge que, no século X, defendeu o Mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto contra invasores mouros. Durante um ataque, Hermígio, sozinho, impediu o avanço dos inimigos, ao proclamar: "Até ali, basto eu!". Esta frase tornou-se emblemática, representa a coragem e a determinação dos habitantes locais. A palavra "basto" passou a simbolizar força e resistência, dando nome à região: Terras de Basto.
Em Cabeceiras de Basto, encontra-se a Estátua do Basto, que representa um guerreiro lusitano. Talhada em granito, esta escultura remonta ao século I a.C. e é uma das poucas do género expostas ao ar livre. A estátua simboliza a bravura e o espírito guerreiro das gentes de Basto.
(as restantes fotografias foram enviadas na pasta para o professor devido à falta de armanezamento aqui)
B.4. Banco de Imagens
O prado de Celorico de Basto

O Jardim do Prado, mais conhecido por Quinta do Prado, é um dos espaços verdes mais conhecidos e apreciados em Celorico de Basto, situado no centro da Vila. Este jardim público destaca-se pela sua bonita composição de espaços verdes. É onde decorre as principais celebrações da Festa das Camélias e onde muitos estudantes "fogem" nos seus tempos livres e intervalos da escola.
A aldeia vista através dos olhos de uma das suas "filhas"

A aldeia de Nespereira fica situada na freguesia de Vale de Bouro do concelho de Celorico de Basto. Uma aldeia pequena, cheia de sossego e a serenidade da natureza.
Apesar da sua dimensão pequena, Nespereira mantém vivas as tradições locais. Um exemplo disso são as Festas em honra de Nossa Senhora do Amparo, que decorrem anualmente em agosto. Estas celebrações incluem momentos de convívio, música e celebrações religiosas sendo um ponto de encontro para os residentes e os emigrantes que regressam à terra natal durante o verão.